Mulher que empurrou o Padre Marcelo Rossi quebra o silêncio e expõe o que queria fazer

Mulher empurra Padre Marcelo Rossi durante missa na Canção Nova, em São Paulo (foto: Reprodução)
Mulher empurra Padre Marcelo Rossi durante missa na Canção Nova, em São Paulo (foto: Reprodução)

Mulher empurra Padre Marcelo Rossi durante missa no interior de São Paulo e pega todos de surpresa

Neste domingo (14), o padre Marcelo Rossi passou por um sufoco. Durante uma missa, ele foi surpreendido por uma mulher que o empurrou do púlpito, em Cachoeira Paulista (SP), hoje à tarde.  na saída da delegacia onde prestou depoimento, acusada foi falou que ocorrido foi algo entre ela e o padre. “Entre eu e ele, entre eu e ele.”, segundo o site UOL.

 

Segundo o delegado que cuida do caso, Daniel Castro, ela deu “declarações desencontradas” sobre o caso envolvendo Marcelo Rossi. “Ela falou que queria entrar para conversar com ele e que se assustou na hora que viu os seguranças correndo atrás dela. É a versão dela, mas quem vê as imagens vê que não tem nada disso [seguranças correndo atrás dela].”, informou.

“Ela entrou correndo, se assustou e empurrou ele num momento em que meio que surtou, perdeu o controle, mas que não tinha intenção nenhuma, que queria só conversar com ele.”, acrescentou sobre o que queria fazer. Ela teve o nome preservado e disse sofrer de transtorno bipolar e fazer tratamento psiquiátrico.

 

Depois da declaração, a mulher entrou em um carro da Canção Nova, instituição organizadora da missa, para ser levada de volta à cidade do evento, onde deverá passar a noite em uma pousada. O delegado responsável pelo registro da ocorrência, Daniel Castro, disse que, no depoimento, ela afirmou que a intenção era se aproximar para conversar com o padre e não de agredi-lo.

Marcelo Rossi foi agredido por uma mulher durante uma missa (Foto: Reprodução)
Marcelo Rossi foi agredido por uma mulher durante uma missa (Foto: Reprodução)

Ainda conforme a Polícia Civil, caso o padre Marcelo Rossi não se apresente para prestar depoimento contra a mulher em até seis meses, o será arquivado. Até o momento, o religioso decidiu por não fazer um boletim de ocorrência pelo ataque.