Fátima Bernardes mostra que é “humildona” e dá “rolê de bike” em Brasília; veja

Fátima Bernardes no Encontro (Foto: Reprodução/Globo)
Fátima Bernardes no Encontro (Foto: Reprodução/Globo)

Apesar de ser um dos maiores salários da Globo, a apresentadora do Encontro Fátima Bernardes mostrou que é “humildona” aos seus seguidores nesta segunda (10). Na verdade, que mostrou foi seu namorado, Túlio Gadêlha, que é deputado.

Isso porque a jovem passou o final de semana com o rapaz em Brasília. Como Túlio é “geração saúde”, o casal aproveitou os dias de folga para curtir e também atividade física. Em rede social, o político postou alguns vídeos em que aparece andando de bicicleta com a apresentadora do Encontro com Fátima Bernardes.

 

Fátima Bernardes andou de bike com Túlio Gadêlha (Foto: Reprodução)
Fátima Bernardes andou de bike com Túlio Gadêlha (Foto: Reprodução)

“É pra cá mesmo?”, perguntou Fátima Bernardes, , que está pedalando na frente do namorado sem saber que estava sendo filmada. “É, pode ir”, disparou ele. Na sequência, Fátima para e percebe que está sendo filmada por Túlio Gadêlha, e deu risada. “Eae?”, perguntou o rapaz. “Tá um calor da gota serena”, falou Fátima, usando uma expressão bem antiga. Veja:

 

View this post on Instagram

 

Uma voltinha de bicicleta nesse calor ‘da gota serena’ 😂❤❤ #fatimabernardes #TulioGadelha #Fatu

A post shared by @ fatushippers on

Vale dizer que a TV Globo, por causa do programa de Fátima Bernardes, foi condenada a conceder direito de resposta à juíza leiga Ethel Tavares de Vasconcelos, que teria mandado prender e algemar a advogada Valéria Lúcia dos Santos durante uma audiência. O caso ocorreu em setembro do ano passado, no 3º Juizado Especial Cível de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

 

O programa Encontro, apresentado por Fátima Bernardes, exibiu tudo. De acordo com a decisão da juíza Eunice Bitencourt Haddad, da 24ª Vara Cível, Ethel terá direito ao mesmo espaço que Valéria contou dentro do programa Encontro.

Em sua decisão, a juíza disse que a “emissora optou por mostrar apenas uma versão dos fatos, mesmo sabendo que o Tribunal de Justiça estava investigando o caso”.

 

“E, mesmo ciente de que o Tribunal de Justiça estava apurando os fatos, decidiu encampar a versão daquela, e usar a situação ocorrida, com a versão de apenas um dos lados, repita-se, para fomentar a discussão sobre o tema discriminação contra mulheres e racismo”, detalhou a juíza, sobre o caso envolvendo o Encontro com  Fátima Bernardes.

O Tribunal decidiu, na época, que a juíza Ethel não cometeu ato de racismo e, tampouco, alguma infração. Com isso, a partir de 3 de junho, a Globo, por causa do Encontro com Fátima Bernardes, é obrigada em até 15 dias cumprir a decisão. Caso não, será multada diariamente em R$ 50 mil.

Na época, o caso teve bastante repercussão. A advogada Valéria aparece discutindo com a juíza leiga em um vídeo que foi divulgado nas redes sociais. Ela exigia uma leitura de uma contestação do caso que estava sendo analisado. A juíza, que não é togada e atua em causas menores, pediu que Valéria saísse da sala de audiência. No entanto, esta afirmou que só sairia na presença de um delegado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Sendo assim, Ethel chamou a Polícia Militar.

Quando a PM chegou, Valéria disparou que “só queria fazer valer o seu direito”. “Eu estou trabalhando! Eu quero trabalhar! Eu tenho direito de trabalhar! É meu direito como mulher, como negra, é trabalhar! Eu quero trabalhar!”, diz Valéria que aparece no chão durante o vídeo.

Depois de parar em uma delegacia de Duque de Caxias após o episódio, ela participou do programa da Globo, onde expôs sua versão. Ela disse ter sido vítima de racismo e que houve uso ilegal de algemas pela polícia, além da violar a sua prerrogativa profissional.